Revivendo Clássicos na Noite Cultural do Colégio Franciscano Cristo Rei

Revivendo Clássicos na Noite Cultural do Colégio Franciscano Cristo Rei

Revivendo Clássicos na Noite Cultural do Colégio Franciscano Cristo Rei

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Na noite do dia 10 de outubro, no Centro de Eventos do Colégio Franciscano Cristo Rei, educandos, educadores, pais, amigos reviveram clássicos da literatura nacional e internacional. Sabemos muito bem que paira no ar um saudável questionamento sobre a razão intrínseca que justifique um evento desta natureza. Por que a noite cultural? O Colégio desenvolve durante este ano letivo de 2017 o projeto de literatura. Com este espetáculo houve a coroação deste projeto com a apresentação das obras lidas e relidas pelos educandos do Ensino Fundamental II e Médio. Ir. Vera I. R. Coutinho, diretora, ressaltou a importância do o envolvimento, o dinamismo, a criatividade, o crescimento, os talentos e a empolgação dos educandos para a concretização do que se idealizou.
Divididos em grupos, de apoio, de sonorização, de figurino, de cenário, os educandos foram se organizando tendo um ou mais professores como responsáveis. Gratidão aos professores, as coordenações e a todos os que de uma ou de outra forma se envolveram para esta noite cultural.
Os ensaios, a distribuição das tarefas foram aprendizados para muitos. Há os que apareceram no palco. Há os que ficaram na retaguarda para que tudo acontecesse. A responsabilidade é de todos. Emocionada Ir. Vera falou aos pais para que “Não subestimemos nossos filhos” …. Não tiremos deles as dificuldades que se tornam desafios…. Acreditar, confiar, apostar, são palavras de ordem. Cada livro lido foi pensado pela equipe do Colégio. Todos foram convidados a sair do espetáculo com um novo pensamento… com uma nova certeza de que vale a pena…. de que teremos líderes… De que podemos melhorar o mundo. Muitas expressões ouvidas, foram tiradas da literatura. O que seria do mundo sem o lema: “um por todos e todos por um”? E da famosa frase: “Elementar meu caro….” ou ainda a defesa da honra, dos valores? E a fantasia? O sonho?
Não houve nenhum artista de renome, mas todos deram o melhor de si.
O espetáculo teve início após a célebre frase de Bill Gates: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.”
Confira a sinopse de cada obra:
1. ROBINSON CRUSOÉ – Daniel Defoe – 5º ano
Robinson Crusoé, livro de Daniel Defoe, é a história de um marinheiro inglês que, depois de algumas viagens, inclusive ao Brasil, naufragou e ficou sozinho numa ilha desconhecida na região do Caribe. O ano era 1659. Ele precisou de muito esforço para se acostumar à nova vida. Como moradia, tinha duas cavernas, uma em cada lado da ilha; também criou uma lavoura e domesticou animais. Para não perder a noção de tempo e saber há quanto tempo estava na ilha, marcava os dias com um risco na parede da caverna. Quando já estava na ilha há 25 anos, Robinson salva da morte um indígena que seria usado em um ritual. Ele se torna escravo de Crusoé e recebe o nome de Sexta-Feira. Vinte e sete anos depois do naufrágio, um navio ancora próximo à ilha e leva Robinson de volta à sua terra natal com o fiel Sexta-Feira.

2. OS TRÊS MOSQUETEIROS – Alexandre Dumas – 6º ano
O livro, escrito em 1844, por Alexandre Dumas, renomado escritor francês, conta a história de D’ Artagnan, um jovem de 18 anos que sonhava em ser um mosqueteiro para poder viver grandes aventuras como seu pai, o qual também havia sido um grande mosqueteiro. Com uma carta de recomendação do pai nas mãos, o jovem D’Artagnan realiza seu sonho e, assim, junto aos três amigos Athos, Porthos e Aramis, a aventura finalmente começa. O lema deles, para enfrentar as maldades do Cardeal Richelieu, da duquesa de Buckingham e de todos os que queriam o mal do Rei Luís XIII, era UM POR TODOS E TODOS POR UM.

3. REI ARTUR – Howard Pyle – 7º ano
Poucos personagens são tão cheios de charme e mistério quanto o rei Artur da Bretanha. Seu nome evoca sabedoria, justiça e igualdade. Artur teria se tornado rei aos 15 anos, brandindo uma poderosa espada chamada Excalibur. Assim que subiu ao trono, teria escolhido a princesa Guinevere para ser sua esposa. Como dote, ele recebeu do pai da moça a grandiosa Távola Redonda, junto com cem cavaleiros. Entre os bravos guerreiros de Arthur, havia 12 que ocupavam a mais alta patente. Eles costumavam reunir-se na Távola Redonda, uma mesa circular feita propositalmente para mostrar que todos eram iguais perante o rei. Esses cavaleiros participaram das mais fantásticas aventuras, que incluíam doses de magia e poderes sobrenaturais.

4. UM ESTUDO EM VERMELHO – Sir Arthur Conan Doyle – 8º ano
Escrito por Sir Arthur Conan Doyle, o livro é famoso por ser o primeiro de Sherlock Holmes, detetive mundialmente conhecido na literatura policial e precursor para tantos outros romances policiais. Sherlock Holmes ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científico e o raciocínio lógico. Em Um Estudo em Vermelho, o detetive se encontra com Dr. Watson, participante das aventuras, para, a convite da Scotland Yard, agência de detetives da Inglaterra, resolver um grande enigma: dois misteriosos assassinatos em série, que aparentemente se mostravam sem nenhuma solução e, embora diferentes, tinham em comum uma relação: a palavra RACHE escrita na parede, com sangue.
5. DOM QUIXOTE – Miguel de Cervantes – 9º ano
De tanto ler histórias de cavalaria, um ingênuo fidalgo espanhol passa a acreditar piamente nos efeitos heroicos dos cavaleiros medievais e decide se tornar, ele também, um cavaleiro andante. Para tanto, recorre a uma armadura enferrujada que fora de seu bisavô, confecciona uma viseira de papelão e se autointitula Dom Quixote de La Mancha. Como todo cavaleiro, ele precisa de uma dama a quem honrar. Elege, então, uma lavradora que só conhece de vista e a chama de Dulcineia. Depois de tomar essas providências, monta em seu decrépito cavalo Rocinante e foge de casa em busca de aventuras, desfazendo injustiças, salvando donzelas e combatendo gigantes e dragões em forma de moinhos de vento.

Sobre nós

O Colégio Franciscano Cristo Rei é uma instituição de ensino localizada em Marau/RS, com 79 anos de atuação na área educacional, oferecendo turmas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, além de atividades em turno inverso. Conta com uma estrutura completa e diferenciada, incluindo laboratórios, ginásio de esporte e anfiteatro.

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